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A fronteira de Donald Trump

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História e Biologia mais uma vez fazendo uma interdisciplinaridade fantástica.
 
Desde a oficialização de Donald Trump, o autor da proposta, como candidato à Presidência pelo Partido Republicano, cresceu o debate em torno da imigração, da viabilidade econômica e das consequências sociais de um muro – mas pouco se falou sobre os impactos ambientais.
A fronteira que está sendo construída entre os EUA e México apresenta migrações regulares de animais de grande e médio porte entre o sul e o norte do continente americano.  Os animais, por sua vez, são suscetíveis a qualquer fronteira artificial, tanto muros como estradas, ferrovias e todo tipo de infraestrutura construída pelo homem.
O que pode ser prejudicado com a culminância da construção do muro é que a área para o acasalamento pode diminuir; assim a diversidade genética também é influenciada, fazendo com o que os animais fiquem a exposição de várias doenças. Sendo uma barreira, o muro também pode prejudicar a polinização que é dispersa através do vento. Importante ressaltar que também influência nos cursos d’água e, com isso, até causar enchentes que também destroem habitats.
“Para algumas espécies, como o carneiro selvagem do deserto, há uma população considerável dos dois lados da fronteira. Mas eles dependem da movimentação para manter a diversidade genética e recolonizar habitats nos quais eles sofreram extinções locais”, explicou.
Mais uma vez foi-se pensado no bem estar de uma sociedade como um todo, exceto o meio ambiente ali presente. É importante ressaltar a problemática do assunto pois o meio ambiente somos nós.

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