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Robótica no Ensino de Ciências — um breve relato

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No Brasil, se tem uma visão de robótica como algo futurista, algo muito complexo em que profissionais e cientistas altamente qualificados, podem desenvolver essa técnica.

Porém, essa é uma visão altamente ultrapassada, que é formada pela falta de vivência e experimentação, desfavorece o surgimento do interesse por parte dos alunos, sobretudo do sistema de ensino público em estudar as tecnologias, e consequentemente, desfavorece a formação de profissionais e cientistas inovadores (KERBER et al., 2009).

Dados, levantados pelo IBGE (2010), revelam que 1 em cada 10 alunos entre 15 e 17 anos deixa de estudar nessa fase. Já, em contrapartida, outro dado levantado pelo Robô Livre, revelam o desenvolvimento do protagonismo e liderança. Os jovens passam a ser vistos como referência em atividades escolares (tais como feiras de ciência), e se empenham como facilitadores em outros programas de inclusão tecnológica.

LEGO — Lego Education, lançou um kit chamado WeDo 2.0

Tais práticas, podem ser utilizadas no ensino de ciências, como algo que fortaleça o aprendizado do aluno, levando o mesmo a ter uma experiências, muitas vezes, ainda não vivida, o que aumentaria o seu grau de envolvimento com o assunto ministrado. Em 2015, a empresa LEGO — Lego Education, lançou um kit chamado WeDo 2.0 para o ensino de biologia, para ensinar o ciclo de vida dos anfíbios ao funcionamento da comportas de uma represa — áreas como ciências da terra, biologia, engenharia e mesmo ciências humanas.

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